sábado, 26 de novembro de 2016

Petrobras estuda reduzir custos com fornecedores em projetos

Segundo a executiva, há uma expectativa “bastante ousada” de que projetos submarinos no pré-sal sejam até 30% mais baratos no futuro

Funcionários na sede da Petrobras
Petrobras: a gerente-executiva de Sistemas Submarinos acredita que seja possível envolver mais os fornecedores de bens e serviços (Dado Galdieri/Bloomberg)
Rio de Janeiro – A Petrobras identificou potencial para redução de investimentos em sistemas submarinos do pré-sal a partir de possíveis mudanças no modelo de relacionamento e contratação com fornecedores, disse nesta quarta-feira a gerente-executiva de Sistemas Submarinos da petroleira estatal, Cristina Pinho.
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Cristina acredita que seja possível envolver mais os fornecedores de bens e serviços, até que eles possam participar desde a fase de elaboração conceitual de projetos até a instalação de equipamentos.
“A gente quer conversar com eles (fornecedores) desde o início. Isso é uma coisa que a indústria vem nos pedindo para participar há muitos anos e a gente nunca teve a oportunidade de fazer isso”, afirmou Cristina, após apresentar uma palestra em um evento de petróleo no Copacabana Palace.
Segundo a executiva, há uma expectativa “bastante ousada” de que projetos submarinos no pré-sal sejam até 30 por cento mais baratos no futuro, quando for possível adotar o modelo em toda a vida do projeto, desde o início.
A redução dos gastos com o projeto seria a partir de redução de custos em inspeções, especificações técnicas, manutenção, instalações, dentre outros.
Para a executiva, a redução de 30 por cento “não é impossível”.
“Hoje só de a gente trabalhar fazendo modificações nos nossos arranjos submarinhos para alguns projetos (submarinos no pré-sal), a gente calcula um potencial de redução que é metade disso”, disse Cristina.
O novo modelo deverá ser aplicado de forma completa, pela primeira vez, para o projeto submarino da quarta plataforma que será instalada na área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, após 2021.
“Libra 4 é a oportunidade que nós temos de engajar nossos parceiros de suprimento de bens e serviços de uma forma diferente, desde o início”, disse.
O novo modelo está sendo estudado em parceria com fornecedores, em workshops promovidos pela petroleira e pela indústria de petróleo.
Cristina destacou que a Petrobras tem uma boa indústria nacional de equipamentos submarinos e a empresa não depende de mudanças nas regras de conteúdo local para conseguir reduzir custos.

Daimler investirá 10 bilhões de euros em veículos elétricos

As empresas alemãs estão investindo fortemente em carros elétricos, que já foram evitados por seu alto custo e limitada autonomia
RASTATT, GERMANY - JULY 16:  Daimler AG Mercedes-Benz emblems stand ready for attachment to the new A-Class Mercedes-Benz passenger car at the Mercedes-Benz factory on July 16, 2012 in Rastatt, Germany. Mercedes is struggling with difficult market conditions in Europe yet expects to achieve record global sales for the year on the heels of selling 652,924 cars in the first six months of 2012.  (Photo by Thomas Niedermueller/Getty Images)
Daimler: "Até 2025 nós queremos desenvolver 10 carros elétricos baseados na mesma arquitetura"
Frankfurt – A montadora de veículos Daimler está planejando investir até 10 bilhões de euros no desenvolvimento de carros elétricos, disse o chefe de pesquisa e desenvolvimento a um jornal alemão.
As empresas alemãs estão investindo fortemente em carros elétricos, que já foram evitados por seu alto custo e limitada autonomia, mas agora se beneficiam dos recentes avanços em tecnologias para baterias.
Os avanços tecnológicos para aumentar a autonomia de um carro elétrico em até 50 por cento estão impulsionando mais investimentos de Volkswagen, Daimler e fornecedores como Bosch e Continental.
“Até 2025 nós queremos desenvolver 10 carros elétricos baseados na mesma arquitetura”, disse Thomas Weber ao Stuttgarter Zeitung.
“Para este esforço nós queremos investir até 10 bilhões de euros”, disse o executivo acrescentando que três dos modelos serão da marca Smart e isso graças às baterias maiores que poderão aumentar a autonomia para até 700 quilômetros.

 Fonte: Exame.com

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Nova Pós Graduação em Engenharia de Software da UNISOCIESC

Apresentação do novo curso de Pós Graduação em Engenharia de Software da UNISOCIESC, readequado para atender as atuais demandas do mercado, trabalhando e discutindo temas e conceitos atuais.


Palestra a Engenharia de Software e o Gerenciamento de Projetos

Compartilhando os Slides da Palestra ministrada semana passada na UNISOCIESC. Abraços!



Registro da Turma 47 de CAXIAS, MBA FGV - Gestão Empresarial

Registro da Turma 47 de Caxias do Sul, RS, do MBA FGV em Gestão Empresarial. Trabalhamos intensamente diversos aspectos relacionados com a Gestão de Projetos, com profissionais de pequenas e médias empresas da região, mas também de grandes empresas do brasil/mundo como FRAS-LE, RANDON, MARCOPOLO, BANCO DO BRASIL, PETTENATI, RIO GRANDE ENERGIA, INTERCITY, CEF, EATON, TRAMONTINA, dentre outras. Parabéns a todos pelo empenho!  








segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Embraer Admite Pagar Propina para Vendas em 4 Países

Fonte: Portal Globo.com, 24.10.2016 
Embraer admite propina e faz acordo de US$ 206 milhões no Brasil e EUA

Fabricante pagou US$ 5,91 milhões em propina em vendas em 4 países.

Empresa assinou TAC para encerrar investigações.

Do G1 em São Paulo

Super Tucano usado pela Força Aérea Brasileira. 16 aviões foram vendidos para a Indonésia. (Foto: Divulgação / Embraer)

Contratos com irregularidades foram feitos para a venda do avião militar Super Tucano (Foto: Divulgação / Embraer)

A Embraer pagará cerca de US$ 206 milhões a autoridades brasileiras e norte-americanas para encerrar acusações envolvendo o pagamento de propina e práticas irregulares em negócios fechados na República Dominicana, Arábia Saudita, Moçambique e Índia.

A fabricante de aeronaves não especificou quanto será pago a cada país, mas a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou que, só no Brasil, será paga uma multa de R$ 64 milhões para encerrar a investigação no órgão e no Ministério Público Federal (MPF).

O acordo foi firmado em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) comum aos dois órgãos. A informação foi confirmada pela Embraer.

Segundo a CVM, a Embraer reconheceu que pagou propinas de US$ 5,97 milhões  para funcionários públicos da República Dominicana, da Arábia Saudita e de Moçambique em três contratos de compra e venda de aeronaves em 2007, 2008 e 2010.

A empresa também admitiu, segundo a CVM, que contratou representante comercial para atuar na venda de aviões militares na Índia, o que é proibido pelas leis do país. Para driblar a questão, a empresa "ocultou (a contratação), mediante contrato ideologicamente falso, celebrado, na aparência, com pessoa jurídica interposta (diversa do representante comercial) e relativo, aparentemente, à venda de aeronaves comerciais".

Denúncia
A investigação na CVM começou em setembro de 2014, quando o MPF enviou ao órgão regulador uma denúncia apresentada contra funcionários da Embraer sobre o pagamento de propina no contrato de venda de oito aeronaves Super Tucano, o avião militar da Embraer, para a República Dominicana. O negócio foi fechado por US$ 92 milhões em 2008.

Esse contrato também é alvo de investigações nos Estados Unidos, tanto no Departamento de Justiça americano quanto na Securities and Exchange Commission (SEC), órgão equivalente à CVM no país. A Embraer poderá ser multada nos Estados Unidos.

As investigações foram ampliadas e passaram a contemplar também negócios da Embraer em Moçambique, na Arábia Saudita e na Índia. 

Em março, uma reportagem do Wall Street Journal relatou que o alto escalão da Embraer, incluindo o ex-presidente da companhia Frederico Curado, sabiam e autorizaram o pagamento de propinas no contrato da República Dominicana. A reportagem cita trechos de declarações do consultor de vendas Elio Moti Sonnenfeld.

A Embraer anunciou em junho a substituição de Curado, que permaneceu por nove anos no cargo, pelo presidente da divisão de jatos comerciais Paulo Cesar de Souza e Silva. Na época, a empresa disse que a transição já estava prevista.

Em comunicado, a Embraer confirmou as informações. "A Embraer reconhece responsabilidade pelos atos de seus funcionários e agentes, conforme os fatos apurados. A empresa lamenta profundamente o ocorrido", disse o comunicado. A empresa ainda disse que "aprendeu e evoluiu com essa experiência" e "dará continuidade à sua trajetória de sucesso reconhecida ao longo dos seus quase 50 anos de existência"

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Airbag que pode matar gera recall também no Brasil; entenda o caso

Empresa Takata, que fornece a grandes montadoras, anunciou falha em 2013. Problema pode machucar ocupantes e é relacionado a mortes no exterior.

Senador dos EUA aponta para foto de vítima de airbag da Takata  (Foto: AP Photo/Susan Walsh)

Stephanie Erdman, da Força Aérea americana, testemunha em comissão do Senado dos EUA que investiga o caso;  ela teve lesão no olho após falha na abertura do airbag de um Honda Civic 2000 (Foto: Gary Cameron/Reuters)

Trazido à tona ainda em 2013, o defeito na abertura de airbags fabricados pela empresa japonesa Takata ganhou mais vulto a partir de 2014, quando passou a ser associado a mortes no exterior. A companhia fornece o item para grandes montadoras em todo o mundo, inclusive no Brasil, e mais de 30 milhões de veículos já foram convocados para recall.

Vítima de explosão de airbag nos EUA (Foto: Gary Cameron/Reuters)

No caso que ficou conhecido como "airbags mortais", uma falha na abertura do equipamento de segurança pode machucar gravemente os ocupantes do veículo. Isso porque ocorre uma abertura forte demais e, com a quebra da peça que deflagra o airbags, pedaços metálicos são lançados contra as pessoas no carro.

 O jornal "The New York Times" reportou que as lesões causas por esses estilhaços seriam semelhantes a facadas, uma vez que a morte de uma motorista após acidente em um carro com esse defeito chegou a ser investigada como homicídio, por causa dos tipos de ferimentos que ela apresentava.

Fonte: Portal Globo.com 16.10.2016