quinta-feira, 8 de junho de 2017

Treinamentos em Gestão

Conheça os treinamentos corporativos da NBUSINESS. Fornecemos treinamentos diversos nas áreas de Gestão de Projetos, Liderança, Negociação, Administração de Conflitos, dentre outros. Atendemos suas demandas em qualquer lugar do Brasil.


Tendências na Área de Gestão

A partir de pesquisas realizadas em vários países, segue um resumo do que a Accenture aponta como tendências na área de Gestão nas Organizações para os próximos anos.

1. Big Data
 
Big Data é um conjunto de dados muito grandes ou complexos que os aplicativos de processamento de dados tradicionais ainda não conseguem lidar. Os desafios desta área incluem: análise, captura, curadoria de dados, pesquisa, compartilhamento, armazenamento, transferência, visualização e informações sobre privacidade dos dados, os quais impactam diretamente o negócio de forma estruturada ou não.
 
Um bom domínio da Big Data garante uma análise preditiva mais acurada e precisa, que leva à tomada de decisões com mais confiança. Além disso, melhores decisões podem significar maior eficiência operacional, redução de risco e redução de custos.
 
A tendência é que, em 2017, o uso desses dados seja ainda mais presente nas organizações, que podem se aproveitar das informações levantadas para planejar estratégias e, consequentemente, crescer e vender mais.
 
2. Experiência social
 
Em 2017, haverá um aumento acentuado do interesse pela ética digital e uma ampliação do debate sobre o capitalismo consciente. As organizações, que já possuem foco na experiência do cliente e dos seus colaboradores, devem se dedicar também à experiência social. Isso significa levar em consideração o impacto que suas ações terão na sociedade e no meio ambiente, onde haverá custos ocultos e onde estarão mais expostas.
 
 
3. Pensar além do serviço ou produto
 
Com clientes e consumidores mais sofisticados, apenas o serviço ou os produtos oferecidos não são diferenciais de venda.
As marcas crescerão se trabalharem mais para demonstrar a clara diferença que podem fazer na sociedade. Mais do que experiência é preciso cultivar relacionamentos significativos com as partes interessadas.
 
Se uma organização não tiver um propósito maior do que o crescimento econômico, correrá o risco de ter valores que não ressoarão nas pessoas. No entanto, se o propósito é compartilhado com seu público e sua essência é clara, a geração de vínculo está garantida.
 
4. Inovação colaborativa
 
O maior desafio das organizações é se adaptar às inovações com agilidade. A solução é dar voz às partes interessadas e trazer inovação dirigida pelo usuário para o mercado, rápido.
 
As organizações terão de centrar seus esforços nas pessoas. A partir delas, a transformação ocorrerá. Será preciso, primeiro, inspirar pessoas/líderes/funcionários para criar, depois, um ambiente amigável às inovações e propenso a elas.
 
Coloque os usuários no centro do palco. Permita que os funcionários ajudem a definir o futuro da sua organização. Invista tempo e recursos em equipes de treinamento para desenvolver novas habilidades multidisciplinares. Incorpore equipes multifuncionais para sustentar a inovação.
 
 
5. Experiências virtuais
 
Realidade virtual e realidade aumentada se tornaram assuntos mais frequentes em 2016 e continuarão a ter espaço em 2017. Além disso, veio a realidade mista. O jogo Pokémon GO, por exemplo, foi um exemplo das realidades misturadas levadas a um mercado amplo. Esta iniciativa combinou realidade virtual e a “vida real” em uma única experiência. A tendência é que as marcas e empresas trabalhem mais com essa fronteira que mistura realidade virtual e real em seus serviços e experiências.
 
A empresa de e-commerce Alibaba Express, da China, uma das maiores do mundo, acaba de lançar uma experiência de compras virtual que permite adquirir produtos na loja de departamentos de Nova York Macy's, a milhares de quilômetros de distância.
 
 
 
6. Inteligência Artificial
 
A Inteligência Artificial (IA) está amadurecendo como ideia, embora ainda não seja uma realidade. Contudo, está evoluindo exponencialmente, como visto em chat bots (robôs de mensagem on-line), assistentes pessoais (Siri e Google Assistent) e outros programas de mensagens instantâneas. Em 2017, a IA continuará no foco de empresas e seus projetos, que precisarão torná-la mais emocionalmente inteligente e com mais capacidade de aprendizado - o que pavimentará o caminho para a nova geração de serviços digitais.
 
7. Storydoing ao invés de Storytelling
 
Em 2017, as organizações continuarão a contar histórias - focando no que elas estão fazendo, não apenas “no que estão dizendo” - o storydoing. Além disso, marcas terão de dar mais espaço para que os próprios consumidores contem as suas histórias, à sua maneira.
 
Para ir além de uma estratégia de marketing de conteúdo centrada na sua marca, concentre-se nas pessoas, dando ao seu público as rédeas para moldar e participar de suas próprias histórias. Desafie seu departamento de marketing a ser orquestrador, não criador dessas histórias.
 
8. Geração Z no mercado de trabalho
 
Chegou a hora de aprender a trabalhar com a geração Z, também conhecida como Millenium ou nativos digitais. É formada por jovens que nasceram a partir da metade da década de 90 até o ano de 2010.
 
O número da geração Z no mercado deve crescer muito em 2017 e as empresas devem saber como tratá-los, pois são pessoas que já nasceram em um mundo extremamente tecnológico e conectado, os quais, certamente, teriam muita dificuldade em trabalhar em uma organização com pensamento retrógrado e processos analógicos.
 
 
10. Home office
 
Com o advento da internet e do modelo empresarial de startups, cada vez mais as pessoas encontram formas de ganhar a vida por conta própria, muitas vezes, de maneira on-line. A liberdade de poder escolher como, onde e em que horário trabalhar dá o tom do futuro nas empresas. “A gente pode traduzir essa tendência como flexibilidade”, diz Mariane Guerra, VP de recursos humanos de ADP do Brasil. Entre os brasileiros, 77% querem ter controle e flexibilidade para trabalhar onde e do jeito que desejarem.
 
11. Educação corporativa a distância
 
A pesquisa O Futuro do Trabalho indica que 75% dos brasileiros entrevistados acham provável a adoção da tecnologia como o principal instrumento de aprendizado e registro de novos conhecimentos no meio corporativo.
 
As pessoas querem ter acesso ao aprendizado on-line e isso revoluciona a maneira como as empresas organizam seus treinamentos. A sofisticação das ferramentas de EAD tem paulatinamente enfraquecido resistências e essa modalidade de estudo, ano a ano, registra aumento no número de adeptos.
 
 
12. Autogestão
 
Mais uma tendência que aponta para o protagonismo do profissional no trabalho e para o avanço da tecnologia. Não há mais espaço para pegar na mão do funcionário e controlar sua produtividade. A administração do desempenho da equipe deixará de ser restrita aos gestores, o que deve redefinir a relação de trabalho entre superiores e subordinados. O mundo caminha para que as estruturas sejam menos hierarquizadas e mais colaborativas. Autogestão não significa que não haverá mecanismo de controle de desempenho. A tendência é que feedback e reconhecimento ganhem dinamismo e sejam feitos em tempo real.

Fonte: Accenture

Programa para construir submarinos teve desvios para militares e o PT

O programa foi usado para desviar dinheiro para militares de alta patente. E destinou R$ 17 milhões para o caixa 2 do PT.

O Bom Dia Brasil começa a edição desta terça-feira (18) com as revelações dos delatores da Odebrecht sobre o principal projeto militar do Brasil. Parte do orçamento de R$ 31 bilhões do submarino nuclear foi pelo ralo da propina. O programa foi usado para desviar dinheiro para militares de alta patente. E destinou R$ 17 milhões para o caixa 2 do PT.

Cinco executivos da Odebrecht revelaram o esquema de corrupção no programa do submarino nuclear brasileiro. O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior, contou aos procuradores da Lava Jato como tudo foi montado. Ele disse que a empresa francesa DCNS, escolhida para executar o projeto, procurou a Odebrecht para uma parceria.

Mas para firmar o acordo, a DCNS exigiu repasses ilegais ao representante da empresa no Brasil: o lobista José Amaro Ramos, que ficaria responsável por distribuir o dinheiro entre os demais participantes do esquema.

"Quando da assinatura do nosso consórcio, fui a uma reunião em Paris para a assinatura formal. E um dos executivos da DCNS, na presença do doutor José Amaro Ramos, disse: ‘Olha, Júnior, está tudo tranquilo, está tudo bem, mas eu preciso que o senhor faça um contrato e comece, se prepare para pagar alguns recursos ao José Amaro Ramos. Essa é uma condição para que essa parceria evolua’. Mas a verdade é que eu fiz, autorizei e fiz pagamentos de quase 40 milhões de euros para esse agente", disse Benedicto Júnior.

O executivo Luiz Eduardo Soares -  que trabalhava no departamento que contabilizava os pagamentos ilegais da Odebrecht -  disse que parte do dinheiro repassado ao lobista José Amaro Ramos era destinada a um militar aposentado de alta patente na Marinha - identificado no termo de colaboração como "almirante Braga".
Investigador: - Quem era almirante Braga?

Luiz Eduardo Soares: - Almirante Braga é um ex-almirante, também reformado, reformado que desse daí distribuía para as viúvas.

Investigador: - O que são as viúvas, que o senhor falou?

Luiz Eduardo Soares: - Então, de outros almirantes que já faleceram, ex-almirantes.

Segundo Benedicto Júnior, outro almirante também foi beneficiado no esquema: o ex-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz da Silva Pinheiro, que está preso por um esquema de corrupção na empresa. Benedicto Júnior diz que a empreiteira queria assessoria técnica de Othon na área de tecnologia nuclear e pagou propina em troca disso.

Benedicto Júnior: -- Ele era presidente da Eletronuclear.

Investigador: - Vocês formalizaram isso?

Benedicto Júnior: -- Não, não formalizamos, fiz os pagamentos de forma irregular pelo sistema Drousys, tenho no computador os comprovantes. Os pagamentos foram feitos pelo engenheiro Fábio Gandolfo - diretor de Contrato da Odebrecht, que também fez delação premiada. Ele contou que entregou pessoalmente - a título de antecipação – R$ 1,2 milhão em quatro parcelas, na casa de Othon Pinheiro, na Barra da Tijuca, no Rio.

“Eu levava uma sacola, eram valores um pouco mais altos, acho que valores da ordem de R$ 300 mil, por aí, geralmente eu colocava numa sacola, subia, batia um papo com ele, entregava, ficava lá e depois ia embora”, contou Fábio Gandolfo. 

Também foram feitos cinco depósitos, no valor de 300 mil euros cada, numa conta indicada por Othon Pinheiro, totalizando 1,5 milhão de euros. Mas esses pagamentos foram barrados na Suíça porque Othon presidia a Eletronuclear. A Odebrecht entregou cópias de comprovantes dos depósitos que diz ter feito.

Marcelo Odebrecht, afirmou que parte do dinheiro foi desviada para repasses ilegais ao PT. Marcelo Odebrecht disse que inicialmente a negociação com o partido foi feita com o ex-ministro Antonio Palloci, envolvendo repasses de caixa 2 do PT. Mas depois foi o então tesoureiro do partido, João Vaccari, que procurou o executivo da Odebrecht Benedicto Júnior para cobrar.

“Nós recebemos um adiantamento de R$ 650 milhões. Nesse momento que o dinheiro caiu em nosso caixa eu fui procurado pelo doutor João Vaccari, ele com a informação de que eu tinha recebido um valor expressivo. E ele disse que eu deveria fazer pagamentos por conta do submarino. Eu disse a ele: ‘doutor João, veja, nós nunca conversamos sobre esse assunto. Nós temos uma agenda de contribuições ao partido, o senhor tem uma agenda com a Petrobras e os executivos lá, mas nós nunca conversamos sobre o submarino’”, disse Benedicto Júnior. Benedicto Júnior disse que decidiu não fazer o pagamento e avisou Marcelo Odebrecht - que acabou fechando um novo acordo com o PT.

“Parece que o Vaccari continuou insistindo e eu falei com o Palocci: ‘Olha, Palocci, então, houve esse pedido, não tem nenhum cabimento, eu já acertei com você o valor global, não vou ficar acertando valor por projeto, entendeu?' E o Palocci, nesse sentido, de alguma maneira, passou a mensagem para Vaccari e esse assunto foi resolvido. Ou seja, o Palocci para apaziguar lá o Vaccari, aceitou que eu abatesse da conta dele um valor que foi entre R$ 6,5 milhões e parece que depois foi para R$ 17 milhões, entendeu? Foi algo entre R$ 6,5 milhões e R$ 17 milhões”, disse Marcelo Odebrecht.

O projeto ainda está em andamento. A Marinha do Brasil informou que o Programa de Desenvolvimento de Submarinos deve ficar pronto em 2027.

Até o momento já foram repassados para a Odebrecht, que integra o consórcio responsável pelo projeto, mais de R$ 6 bilhões. As denúncias dos delatores foram encaminhadas para o Tribunal Regional Federal, no Rio, que vai decidir pela abertura ou não de inquérito. 
A defesa de Othon Luiz da Silva Pinheiro disse que os fatos relatados não correspondem à realidade.

O Bom Dia Brasil não conseguiu contato com José Amaro Ramos.

A defesa do ex-ministro Palocci disse que dono da Odebrecht - Emílio Odebrecht - afirmou em depoimento que havia quatro pessoas que respondiam pelo apelido de italiano nas planilhas da construtora.

A defesa de Vaccari disse que ele jamais pediu ou recebeu pagamentos ilícitos.

PT não quis se pronunciar.


A Marinha informou que desconhece qualquer irregularidade envolvendo o programa de submarinos e que também desconhece o "almirante Braga" citado na delação.

Fonte: Portal Globo.com

terça-feira, 23 de maio de 2017

NOVO TREINAMENTO - Gestão de Projetos com Foco em Resultados, com Fernando Paes


Com duas décadas de atuações com projetos, Fernando Paes é Mestre em Administração com Ênfase em Gestão de Mudanças, MBA em Gerenciamento de Projetos, MBA em Gestão Estratégica da Informação, Pós Graduado em Administração Global e ministrou mais de 15 mil horas de treinamentos, compartilhando conhecimentos e experiências com mais de 20 mil pessoas em cursos de MBAs da FGV e outras instituições renomadas em todo o Brasil. Em 2011 foi premiado pela FGV como o melhor professor de Gerenciamento de Projetos do país.   

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sábado, 11 de março de 2017

MP do Rio pede que consórcio devolva R$ 200 milhões por reforma no Maracanã

Obra que custou quase R$ 1 bilhão estava orçada em R$ 700 milhões. Promotores querem que Justiça bloqueie valores de empresas.



O Ministério Público do Rio afirma que a obra de quase R$ 1 bilhão que reformou o Maracanã para a Copa do Mundo de 2014 está repleta de ilegalidades. Por isso, a promotoria do MP quer que as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e a Delta Engenharia devolvam aproximadamente R$ 200 milhões aos cofres públicos. No pedido feito à Justiça, os promotores solicitam o bloqueio desse valor, segundo mostrou a GloboNews.
Vencida pelas três empresas, a licitação para reformar o estádio custaria cerca de R$ 700 milhões, mas o valor foi encarecido e o resultado final dos custos da obra se aproximou a quase R$ 1 bilhão. Outros problemas, além do encarecimento, foram detectados. Por exemplo, o projeto básico desenvolvido pelo Governo do Rio teve apenas 37 plantas. O número é considerado pequeno pelo MP dada a complexidade da obra.
Como comparativo, os promotores exemplificam que o Mineirão, que também foi reformado, teve 1.309 plantas. Um número 35 vezes maior do que aquelas elaboradas para o Maracanã. Há ainda a investigação do Tribunal de Contas da União, que constatou na intervenção no estádio um número insuficiente de projetos de engenharia comparados aos serviços contratados.
Houve ainda, de acordo com o MP, um excesso de exigências que limitou a competitividade da licitação. Dos seis consórcios, quatro foram eliminados por conta disso. Também não é comum, segundo o órgão, que o mesmo consórcio contratado para elaborar o projeto seja o mesmo responsável pela execução do plano.
Chamou atenção também que a cobertura elaborada e instalada pelas empresas, mais tarde, foi condenada por elas próprias. Um levantamento da Controladoria-Geral da União também mostra que a nova instalação custou nada menos que cinco vezes mais do que uma estrutura parecida que foi erguida na Cidade do Cabo, África do Sul, para a Copa do Mundo de 2010.
A GloboNews entrou em contato com as construtoras citadas pelo MP. Até as 22h, apenas a Delta respondeu, afirmando que não ia comentar a reportagem.

Fonte: Globo.com 11.03.2017

sábado, 26 de novembro de 2016

Petrobras estuda reduzir custos com fornecedores em projetos

Segundo a executiva, há uma expectativa “bastante ousada” de que projetos submarinos no pré-sal sejam até 30% mais baratos no futuro

Funcionários na sede da Petrobras
Petrobras: a gerente-executiva de Sistemas Submarinos acredita que seja possível envolver mais os fornecedores de bens e serviços (Dado Galdieri/Bloomberg)
Rio de Janeiro – A Petrobras identificou potencial para redução de investimentos em sistemas submarinos do pré-sal a partir de possíveis mudanças no modelo de relacionamento e contratação com fornecedores, disse nesta quarta-feira a gerente-executiva de Sistemas Submarinos da petroleira estatal, Cristina Pinho.
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Cristina acredita que seja possível envolver mais os fornecedores de bens e serviços, até que eles possam participar desde a fase de elaboração conceitual de projetos até a instalação de equipamentos.
“A gente quer conversar com eles (fornecedores) desde o início. Isso é uma coisa que a indústria vem nos pedindo para participar há muitos anos e a gente nunca teve a oportunidade de fazer isso”, afirmou Cristina, após apresentar uma palestra em um evento de petróleo no Copacabana Palace.
Segundo a executiva, há uma expectativa “bastante ousada” de que projetos submarinos no pré-sal sejam até 30 por cento mais baratos no futuro, quando for possível adotar o modelo em toda a vida do projeto, desde o início.
A redução dos gastos com o projeto seria a partir de redução de custos em inspeções, especificações técnicas, manutenção, instalações, dentre outros.
Para a executiva, a redução de 30 por cento “não é impossível”.
“Hoje só de a gente trabalhar fazendo modificações nos nossos arranjos submarinhos para alguns projetos (submarinos no pré-sal), a gente calcula um potencial de redução que é metade disso”, disse Cristina.
O novo modelo deverá ser aplicado de forma completa, pela primeira vez, para o projeto submarino da quarta plataforma que será instalada na área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, após 2021.
“Libra 4 é a oportunidade que nós temos de engajar nossos parceiros de suprimento de bens e serviços de uma forma diferente, desde o início”, disse.
O novo modelo está sendo estudado em parceria com fornecedores, em workshops promovidos pela petroleira e pela indústria de petróleo.
Cristina destacou que a Petrobras tem uma boa indústria nacional de equipamentos submarinos e a empresa não depende de mudanças nas regras de conteúdo local para conseguir reduzir custos.

Daimler investirá 10 bilhões de euros em veículos elétricos

As empresas alemãs estão investindo fortemente em carros elétricos, que já foram evitados por seu alto custo e limitada autonomia
RASTATT, GERMANY - JULY 16:  Daimler AG Mercedes-Benz emblems stand ready for attachment to the new A-Class Mercedes-Benz passenger car at the Mercedes-Benz factory on July 16, 2012 in Rastatt, Germany. Mercedes is struggling with difficult market conditions in Europe yet expects to achieve record global sales for the year on the heels of selling 652,924 cars in the first six months of 2012.  (Photo by Thomas Niedermueller/Getty Images)
Daimler: "Até 2025 nós queremos desenvolver 10 carros elétricos baseados na mesma arquitetura"
Frankfurt – A montadora de veículos Daimler está planejando investir até 10 bilhões de euros no desenvolvimento de carros elétricos, disse o chefe de pesquisa e desenvolvimento a um jornal alemão.
As empresas alemãs estão investindo fortemente em carros elétricos, que já foram evitados por seu alto custo e limitada autonomia, mas agora se beneficiam dos recentes avanços em tecnologias para baterias.
Os avanços tecnológicos para aumentar a autonomia de um carro elétrico em até 50 por cento estão impulsionando mais investimentos de Volkswagen, Daimler e fornecedores como Bosch e Continental.
“Até 2025 nós queremos desenvolver 10 carros elétricos baseados na mesma arquitetura”, disse Thomas Weber ao Stuttgarter Zeitung.
“Para este esforço nós queremos investir até 10 bilhões de euros”, disse o executivo acrescentando que três dos modelos serão da marca Smart e isso graças às baterias maiores que poderão aumentar a autonomia para até 700 quilômetros.

 Fonte: Exame.com