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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
terça-feira, 20 de novembro de 2018
Brasil vai precisar de R$ 300 bi para desatar nó do transporte, diz FDC
“O sistema de transporte pode entrar em colapso. Não terá como transportar a produção", explica Paulo Resende, coordenador na Fundação
São Paulo – O Brasil precisa investir 300 bilhões
de reais em infraestrutura de transportes e logística até
2035: a grosso modo, divididos igualmente entre estradas, ferrovias e
hidrovias.
As conclusões são de um novo estudo da Fundação
Dom Cabral (FDC) realizado pela Plataforma de Infraestrutura e Logística de
Transportes (Pilt).
Isso permitiria que o
custo logístico das empresas caísse dos atuais 12,37% do faturamento para um
patamar próximo de 8%.
“O sistema de transporte pode entrar em colapso. Se
não se gastar pelo menos 300 bilhões de reais até 2035, o país para. Não terá
como transportar a produção”, explica Paulo Resende, coordenador do Núcleo
de Logística, Infraestrutura e Suply Chain da FDC.
Segundo ele, o custo logístico gera uma despesa de 15,5 bilhões de reais por
ano para as empresas brasileiras. Com o investimento estagnado em patamares
atuais, esse custo dobraria até 2035, chegando aos 31 bilhões de reais anuais.
O país investiu menos de 1% do seu PIB em
infraestrutura de transportes na média dos últimos 20 anos, e ainda precisará
absorver até 2035 um aumento de 35% na demanda por carga transportada pelas
estradas, ferrovias e por navios.
“É necessário, pelo menos, um investimento de uns 2%
do PIB para tornar o Brasil com condições razoáveis de escoamento”, afirmou
Resende.
Segundo ele, 70% dos recursos necessários podem vir do
setor privado, porque são viáveis economicamente. O restante o governo teria
que bancar.
“O setor público teria que investir 90 bilhões de
reais até 2035 e ele teria que pensar fora da caixa para conseguir esse
recurso. Uma possibilidade é a emissão de debêntures de infraestrutura e há
mercado para isso”, ressaltou Resende.
Peso nas contas
A Transportes Cavalinho, cuja frota de 500 caminhões
transporta por mês 2 milhões de toneladas de produtos químicos rodando 3,8
milhões de quilômetros, é uma das empresas que sentem no caixa a carência de
infraestrutura.
“É um valor substancial, porque, gastamos mais com
combustíveis e com manutenção dos caminhões. Além disso, uma viagem dura mais
tempo e isso é sentido no nosso faturamento, porque perdemos em produtividade”,
diz Paulo Ossani, diretor da empresa.
“É indiscutível que o Brasil precisa aumentar os
investimentos em infraestrutura, mas ainda há muita insegurança jurídica que
espanta qualquer investidor, principalmente o estrangeiro”, afirma ele, ecoando
um dos pontos citados no estudo da FDC.
“Hoje, o governo está quebrado e combinado a isso, tem
os menores índices de confiança dos investidores. A falta de um marco
regulatório para se tirar os projetos da gaveta também é um empecilho para
atrair o investidor estrangeiro”, disse Resende.
Ele afirmou, ainda, que o estudo tomou como referência
projetos de infraestrutura de transporte já em estágio seja de execução ou de
planejamento.
Com 100 bilhões de reais, diz ele, seria possível
intervir em 57% das estradas do país e dar um salto de competitividade.
Dividir melhor o bolo
O estudo mostrou também a necessidade de se
diversificar a matriz de transporte brasileira.
Hoje, 72% da produção é transportada por caminhões,
15% por trens e 12% por navios. Com investimentos, essa relação poderia ser
mais equilibrada.
“Há projetos de extensão da malha ferroviária já
prontos mas faltam recursos para saírem do papel.”, afirmou Resende.
Os outros 100 bilhões de reais seriam aplicados em
projetos de portos e hidrovias, e ai, se considera também o transporte por
cabotagem (navegação em águas costeiras).
Marcus Voloch, diretor de Cabotagem e Mercosul da
Aliança Navegação e Logística, que opera uma frota de oito navios na costa
brasileira e argentina, vê espaço para crescimento do setor:
“Muitas cargas, que eram tradicionais no rodoviário,
estão migrando para a cabotagem por ser mais barato em grandes distâncias”, diz
ele.
Fonte: Portal Exame, Novembro de 2018
Colômbia pede inabilitação da Odebrecht no país por 20 anos
Bogotá – A vice-presidente da Colômbia, Marta
Lucía Ramírez, e a Agência Nacional de Defesa Jurídica do Estado pediram nesta
segunda-feira à Superintendência de Sociedades a inabilitação da Odebrecht por
20 anos para contratos com a União como consequência dos casos de corrupção com
os quais está envolvida.
A solicitação se fundamenta nos
enormes “prejuízos patrimoniais e extrapatrimoniais” causados pela construtora
brasileira ao país, “além do dano ético e moral, corrompendo diferentes níveis
da administração pública”, indicaram os reclamantes em comunicado.
Segundo documentos divulgados pelo
Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a Odebrecht pagou US$ 788 milhões
em subornos em 12 países da América Latina e da África, entre eles a Colômbia,
onde repassou mais de US$ 11 milhões entre 2009 e 2014.
No entanto, o Ministério Público
colombiano afirmou depois que as propinas supostamente pagas pela construtora
na Colômbia foram maiores e alcançaram US$ 26,8 milhões.
No último dia 7 de novembro, o
Estado colombiano rejeitou uma oferta de US$ 33,8 milhões da construtora
brasileira como indenização pelos prejuízos causados por corrupção e para frear
os processos e disciplinares abertos contra ela no país.
Já nesta segunda-feira, tanto
Ramírez como a Agência Nacional de Defesa Jurídica do Estado consideraram que o
caso de corrupção citado é um dos piores “atentados” cometidos contra a
Colômbia.
Por essa razão, rejeitaram
“taxativamente” a indenização proposta, à qual consideraram “legal e moralmente
inaceitável”.
De fato, segundo sua opinião, “não
pode nem deve o Estado colombiano subsanar as graves faltas penais e éticas de
um funcionário terceirizado com a simples compensação monetária” porque “seria
um incentivo perverso para que se continuem cometendo estes tipos de atos”.
Além disso, segundo especificaram,
permitir que a Odebrecht “volte a participar de licitações ou concursos
públicos na Colômbia seria um ato contra as empresas honestas e cumpridoras da
lei e uma péssima mensagem para os colombianos honrados”.
A declaração de Ramírez e da Agência
Nacional de Defesa Jurídica do Estado se soma ao afirmado hoje pelo presidente
colombiano, Iván Duque, que disse em entrevista à emissora “RCN Radio” que em
seu governo a corrupção não terá tolerância e reiterou que não é favorável a
que as empresas que tenham comportamentos fora da lei sejam contratadas pelo
Estado.
O escândalo da Odebrecht voltou a
ganhar força na Colômbia na semana passada depois da transmissão de uma
entrevista gravada em agosto com Jorge Enrique Pizano, considerado
testemunha-chave no caso e interventor da estrada Ruta del Sol II, cujo sócio
majoritário era a construtora.
Pizano, que enfrentava um câncer e
cuja morte alguns dias atrás aparentemente de infarto é investigada pelas
autoridades, denunciou que o procurador-geral da Colômbia, Néstor Humberto
Martínez sabia desde 2015, antes de assumir seu cargo, das irregularidades na
licitação para a construção da Ruta del Sol II.
Fonte: Portal Exame, Novembro de 2018
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Transposição do Rio São Francisco não tem garantia de operação e manutenção, diz CGU
Auditoria também avaliou riscos quanto à sustentabilidade financeira. Custo de energia a ser arcado pelos Estados (CE, PB, PE e RN) poderá atingir cerca de R$ 800 milhões por ano
Publicado: 17/04/2018 11h27Última
modificação: 17/04/2018 12h04
Divulgação/Ministério da Integração
Um dos apontamentos
da CGU é a ausência de estudos sobre autoprodução de energia, por meio de
fontes alternativas
O Ministério da Transparência e
Controladoria-Geral da União (CGU) divulga o resultado da avaliação do atual
sistema de gestão do Projeto
de Integração do Rio São Francisco (PISF), a cargo do Ministério da
Integração Nacional (MI). O objetivo foi verificar se o empreendimento fornece
as condições adequadas e os instrumentos regulatórios suficientes para garantir
a conclusão das obras, bem como operação e manutenção, além da viabilidade
econômica.
O tema foi
selecionado pela CGU devido à relevância social e econômica do PISF, que está
hoje orçado em R$ 10,7 bilhões (o custo final estimado da obra é de R$ 20
bilhões) e visa assegurar a oferta de água para 12 milhões de habitantes, em
390 municípios, nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do
Norte, além de gerar emprego e promover a inclusão social. De acordo com o MI,
o projeto está em fase final com 96,4% de obras concluídas, sendo 94,96% no
Eixo Norte e 100% no Eixo Leste.
Incertezas e fragilidades
Os exames
realizados pela CGU evidenciaram que houve uma priorização do Ministério da
Integração Nacional (MI) para execução das obras necessárias à transposição, o
que resultou na postergação de um planejamento (ações, resultados, cronograma)
para garantir a operação, manutenção e sustentabilidade do empreendimento. As
consequências são incerteza quanto ao impacto do custo de funcionamento e
inadequação da estrutura necessária à gestão e operação do PISF.
Também foi
constatado que, embora parte do empreendimento já esteja em operação, ainda
está pendente a definição de aspectos essenciais de sustentabilidade, tais
como: garantia do uso da arrecadação da cobrança na aplicação em operação e
manutenção do PISF; mensuração da demanda para consumo e a venda de vazões para
consumidores autorizados e independentes; e, principalmente, composição
tarifária e respectiva contribuição dos Estados beneficiados pelo Projeto.
A CGU também
identificou fragilidades quanto ao impacto do custo da energia elétrica. Um
fator especialmente crítico para a sustentabilidade do PISF é o gasto de
energia com a operação, por meio do bombeamento da água. Os valores a serem
arcados pelos quatro Estados receptores (CE, PB, PE e RN) poderão atingir cerca
de R$ 800 milhões por ano, cifra extremamente elevada na atual situação fiscal
dos entes. O repasse desses custos para as tarifas de água (saneamento) poderão
representar aumentos entre 5% e 21%, considerando os cenários otimista e
pessimista, respectivamente.
De acordo com o
relatório, outros riscos de viabilidade ocasionados pelo custo de aquisição de
energia são: falta de conhecimento especializado no mercado; falta de
planejamento de longo prazo, devido à imprevisão do cronograma de entregas; e
ausência de estudos quanto ao uso de autoprodução (energias alternativas).
Com relação à
desestatização do Projeto, o MI já apresentou à Presidência da República pedido
de avaliação da possibilidade de inclusão do PISF no Programa de Parcerias de
Investimentos. Entretanto, a premissa de que a operação e manutenção deverá ser
arcada integralmente pelos clientes-Estados, sem concessão de subsídios
federais, pode não ser realista por pressupor que ele seja de fato
autossustentável. A interpretação rígida dessa premissa, sem análise prudente
de todas as variáveis de custo e receita, pode não se concretizar e ocasionar o
abandono de uma obra de custo monumental e de significativo impacto no
desenvolvimento regional.
Acompanhamento sistemático
A CGU monitora o
PISF desde o seu início, em 2007, com vistas a contribuir para que as obras e
ramais associados do empreendimento sejam realizados de acordo com as
especificações do projeto (garantia de qualidade), dentro do prazo e custo
contratados. Somente no ano passado, foram executados quatro trabalhos de
auditoria sobre as obras de integração do Rio São Francisco:
Como resultado
desse acompanhamento sistemático, já foram efetivamente economizados R$ 107,7
milhões, em decorrência da revisão de editais de licitações e contratos. A CGU
também tem discutido junto ao MI potencial prejuízo de R$ 37 milhões
decorrentes de sobrepreços e de superfaturamentos identificados na contratação
e execução das obras.
Providências
O MI tem adotado
medidas de fortalecimento do sistema de gestão do PISF no intuito de reverter
tais fragilidades, sendo verificado avanços nas proposições de instrumentos de
planejamento e controles, assim como melhoria no processo de articulação com os
demais entes envolvidos.
Também foi criado
Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI-PISF), que reúne MI, Casa Civil,
Ministério do Planejamento, Agência Nacional de Águas (ANA) e Codevasf, com o
engajamento dos núcleos político e econômico do Governo Federal, no intuito de
acrescentar conhecimento técnico, legitimidade e eficácia na elaboração de uma
proposta da União para o modelo de operacionalização e manutenção da infraestrutura
decorrente do PISF.
Adaptado de www.cgu.gov.br
Novembro de 2018
sábado, 22 de setembro de 2018
Éolicas Serão Segunda Fonte de Energia Até 2019
Brasília – Os ventos sopram forte para se transformarem na segunda maior fonte geradora de energia do Brasil já a partir do próximo ano, somente atrás da eletricidade que é retirada das turbinas de hidrelétricas. As usinas eólicas, que até meados de 2010 eram vistas como “experimentos” do setor elétrico, entraram de vez para a base de sustentação de abastecimento do País, e menos de uma década depois respondem por 8,5% da potência instalada em território nacional.
Nestes meses de agosto e setembro, período que já passou a ser conhecido como a “safra dos ventos”, as usinas eólicas têm batido recordes. É quando a ventania ganha ainda mais força nas Regiões Nordeste e Sul do País, onde hoje giram 6,6 mil cataventos espalhados por 534 parques eólicos.
“Com a expansão de projetos já contratada, as eólicas devem ultrapassar a geração térmica e a biomassa em 2019 ou, no máximo, em 2020”, diz Elbia Gannoum, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).
Fonte: Exame, Setembro de 2019.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Tecnologia FieldNET de gerenciamento remoto para irrigação é um dos destaques da Lindsay para a Expointer
O Rio Grande do Sul, se prepara para receber mais uma edição da Expointer, o maior evento agropecuário a céu aberto da América Latina, que acontece de 25 de agosto a 2 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Para a edição deste ano, a Lindsay América do Sul, empresa de Irrigação por Pivôs Centrais composta por produtos resistentes, confiáveis e tecnológicos que têm a sustentabilidade como um de seus principais pilares, preparou muitas novidades aos produtores gaúchos e visitantes.
A empresa aposta em tecnologias que possibilitam ao produtor irrigar as mais diversas plantações, em vários tipos de terreno e solo para aumentar a produtividade e utilizar melhor os recursos naturais. Entre osdestaques está a solução FieldNET, que garante gerenciamento remoto totalmente integrada, permite a visualização e controle de seus sistemas praticamente de qualquer lugar. A partir de um acesso remoto, seja por smartphone ou tablete, a ferramenta possibilita a criação de planos de irrigação de taxa variável, que defina paradas e movimentos, crie relatórios de uso, monitore o desempenho e os ganhos em toda a sua operação e ainda passa atualizações e alertas em tempo real.
Além disso, o produtor tem acesso à pressão, vazão, nível de água e potência que geram grande impacto na redução do uso da energia e menor desgaste dos equipamentos. Juntamente a isso, reduz o uso de produtos químicos e escoamento superficial, garantindo uma aplicação precisa. “Atualmente 100% dos nossos projetos no Estado são realizados com o FieldNET e os produtores têm alcançado grandes resultados”, diz Marco Sanchotene, técnico em agropecuária e distribuidor da Lindsay.
De acordo com o técnico, hoje quem utiliza a tecnologia em irrigação no Rio Grande do Sul são agropecuaristas que realizam a Integração-Lavoura-Pecuária (ILP). No geral, são produtores de arroz, soja e pastagem para o gado. “Este ano parte do Estado passou por períodos de estiagem muito grande e outra parte contou com veranicos, diante desta instabilidade os produtores que apostaram na irrigação se deram bem”, diz o profissional.
Para complementar o FieldNET, a Lindsay disponibilizada aos gaúchos a torre com 3 Rodas Zimmatic para solos problemáticos e com baixa drenagem. “Os produtores que já utilizam o pivô de três rodas têm apresentado resultados excepcionais. Alguns clientes alcançaram média superior a 80 sacas de soja por hectare utilizando este sistema para irrigação. Com isso o investimento retorna muito rápido”, destacaSanchotene.
A solução permite que o produtor coloque mais potência para aumentar a tração sem causar problemas nas trilhas. Com isso os equipamentos terão mais vida útil dos pneus, um menor desgaste do conjunto de tração, irrigação em áreas que antes o pivô não conseguiria passar e menos compactação do solo. “O produtor pode adquirir o kit conversão 3 Rodas para estrutura da torre, assim terá todas as vantagens de uma torre desse modelo sem ter que substituir o chassi de duas rodas de seu pivô atual. Um kit simples e econômico de conversão dará ao pivô atual maior flutuação e maior tração”, conclui o técnico.
Fonte: Folha Agrícola
Agosto de 2018
Cargill planeja investir R$ 550 milhões em fábrica de ingrediente pectina no Brasil
A gigante de alimentos Cargill anunciou nesta quinta-feira (23) que planeja investir R$ 550 milhões na construção de uma fábrica de pectina HM em 2019 no Brasil, segundo comunicado da empresa.
O investimento faz parte de um plano da companhia para fortalecer e diversificar seu portfólio de pectina, agente texturizante "versátil", à base de frutas cítricas, usado na produção de compotas, sucos e bebidas lácteas.
O plano da empresa, que inclui também melhorias em suas três fábricas existentes na Europa (Alemanha, França e Itália), visa atender o mercado do ingrediente que tem tido "forte crescimento há vários anos, impulsionado principalmente pelo setor de bebidas lácteas, bem como pela crescente demanda global por ingredientes de origem natural", segundo a companhia.
O Brasil foi escolhido para abrigar a fábrica, entre outros fatores, porque tem um suprimento abundante de frutas cítricas.
A Cargill está presente em 70 países. No Brasil desde 1965, a empresa está presente em 17 estados por meio de unidades industriais e escritórios em 160 cidades. A Cargill é dona das marcas Liza, Borges, Mazola, Pomarola, Elefante, Tarantella, Genuine, entre outras.
Agosto de 2018
Fonte: Portal G1
O plano da empresa, que inclui também melhorias em suas três fábricas existentes na Europa (Alemanha, França e Itália), visa atender o mercado do ingrediente que tem tido "forte crescimento há vários anos, impulsionado principalmente pelo setor de bebidas lácteas, bem como pela crescente demanda global por ingredientes de origem natural", segundo a companhia.
O Brasil foi escolhido para abrigar a fábrica, entre outros fatores, porque tem um suprimento abundante de frutas cítricas.
A Cargill está presente em 70 países. No Brasil desde 1965, a empresa está presente em 17 estados por meio de unidades industriais e escritórios em 160 cidades. A Cargill é dona das marcas Liza, Borges, Mazola, Pomarola, Elefante, Tarantella, Genuine, entre outras.
Agosto de 2018
Fonte: Portal G1
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